Fotos: GazetaPress / Vipcomm

Animosidade entre Sanchez (à esq.) e Juvêncio vem desde 2009

São Paulo e Corinthians emplacaram nos últimos anos um clássico paralelo ao disputado em campo. Com o futebol apenas como pano de fundo, Juvenal Juvêncio, mandatário do São Paulo, e Andrés Sanchez, seu congênere no Corinthians, travam uma contenda particular, com trocas de acusações gratuitas. Uma baixaria sem antecedentes no futebol paulista.

O “caldo entornou” em 2009, quando a diretoria são-paulina decidiu direcionar apenas 10% da ocupação do Morumbi para a torcida corintiana num embate entre os times pelo Paulistão. Em represália, Sanchez sentenciou que o Corinthians não voltaria a hospedar jogos na arena rival até o final de seu mandato. Promessa feita e cumprida, a menos nos clássicos em que o São Paulo é mandante. De lá para cá, o relacionamento entre os dois, que era razoável, ficou precário.

A desgraça alheia é o combustível da rivalidade entre os cartolas. Basta um único deslize para a dupla abrir a artilharia. Juvêncio despeja doses homeopáticas de ironia. Sanchez, por sua vez, é mais verborrágico. Ora ou outra aproveita para disparar contra a política do clube e seu estádio, taxada como “um mico”.

Na última quarta-feira, Sanchez e Juvêncio mudaram o tom da discussão. Após Sanchez afiançar que o São Paulo fechara com Romarinho, atacante do Bragantino, para a próxima temporada, Juvenal mergulhou nas ofensas pessoais. A réplica do ex-colega foi súbita e igualmente devastadora (Clique aqui para ver a matéria na íntegra).

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