Montillo sorri

Foto: FordiFocus

Montillo não participou do jogo que livrou de vez o Cruzeiro da ameaça de rebaixamento no Brasileirão, contra o Atlético-MG

A importância de Montillo no Cruzeiro pode ser dimensionada pela performance do time no Brasileiro. Mesmo com o time à beira da degola, o meia argentino era sempre o maior merecedor de elogios. Distribuindo dribles, assistências e, por vezes, gols, conduziu quase que solitariamente o Cruzeiro à 16ª posição do Nacional, uma acima da zona de rebaixamento. Sem ele, a missão teria sido bem mais tortuosa.

Depois de superar um ano repleto de contratempos, com lesões e até um problema de saúde do seu filho, Montillo resgatou em tempo a boa forma e terminou o Brasileiro com média de 6,24 e 35 jogos acumulados. Foi a sua segunda Bola de Prata – a primeira foi em 2010.

Laureado pelas mãos de Belletti, Montillo, completamente rouco, resultado provável da goleada cruzeirense por 6 a 1 frente o Atlético-MG, valorizou a premiação. “Receber um prêmio num campeonato com jogadores de tanta qualidade como o Brasileiro é gratificante.”