Seleção Brasileira é sempre uma maluquice. O time pode estar uma draga, e o técnico está garantido. De repente parece que está tudo bem, e o treinador está por um fio.
Estamos vivendo a segunda situação. A Seleção de Mano Menezes caminha sossegada para disputar as quartas de final de Jogos Olímpicos contra uma Honduras da vida. Já não tem mais Espanha viva na competição, o time aos poucos vai se acertando. Só que nem tudo vai bem.
Pelo que dizem pessoas próximas ao presidente da CBF, José Maria Marin, Mano está pela bola sete. É medalha de ouro ou fim de papo. Não se trata mais de esperar o desempenho em Londres e avaliar o trabalho. Marin teria ficado incomodado já na estreia brasileira, quando o time brasileiro abriu 3 x 0 contra o Egito e depois tomou dois gols. Marin não se conformou com a demora de Mano para mexer na equipe. Vale lembrar que nem Mano nem o diretor de seleções Andrés Sanches foram escolhidos por Marin. Não é a mesma turma. É ouro ou nada. Pelo menos para Mano Menezes, prata ou bronze representam o último lugar. Só o ouro salva o emprego do técnico da Seleção Brasileira.

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