Há um mês no Genoa, da Itália, Rafinha comenta a adaptação ao futebol italiano, os planos de seu clube e as diferenças entre seu novo país com a Alemanha, onde defendeu o Schalke 04. Confira a entrevista abaixo:
Como você se sente neste primeiro mês em Gênova?
Estou muito feliz. Só posso agradecer a Deus em me dar uma oportunidade tão boa dessa, para jogar num grande clube, viver nesta bela cidade e num país que tenho me adaptado muito bem. E isso é muito bom, pois quando você se sente bem num lugar, fica tudo mais fácil para jogar tranquilo e render bem dentro de campo.
Então sua adaptação foi tranquila?
Sim, estou muito feliz e adaptado já na Itália. Moro num lugar maravilhoso, que me dá conforto e tranquilidade para trabalhar e fico muito contente com a situação do clube, que tem planos ambiciosos para chegar bem no Calcio esta temporada e eu tenho certeza que nós vamos fazer um grande campeonato.
E quem são seus amigos neste momento de adaptação?
Eu tenho um bom relacionamento com todos, mas claramente eu tenho mais contato com os sul-americanos, como o Palácio e Zuculini, que são argentinos. Tem o Miguel Veloso e o Eduardo, que são portugueses e eu consigo conversar tranquilamente, o Rachid Arma, marroquino que também fala português. Mas eu tenho um bom contato com todos e, quando preciso, todos me ajudam também na hora de falar algo ou até mesmo para coisas simples do dia-a-dia.
E o italiano, já está falando bem?
Falar bem ainda não falo, mas para quem teve que aprender a falar alemão, o italiano vai ser fácil (risos). Mesmo assim, apesar de ainda não saber muito, já falo bastante coisa e entendo bem também. Acho que com mais alguns meses eu já vou conseguir desenrolar bem o italiano.
Qual a diferença entre a Alemanha e a Itália?
Os países são totalmente diferentes. A Alemanha tem um clima mais calmo, o povo é mais tranquilo, disciplinado e não tem muito esse tipo de diversão e alegria que vejo por aqui, que é praticamente igual o Brasil. O italiano é muito parecido com o brasileiro, gosta de conversar sempre um com o outro, fala alto, brinca, dá bastante risada. E essa alegria é importante para nós brasileiros, pois quando a encontramos em algum lugar, nos deixa mais a vontade. Mas também fui muito feliz na Alemanha, aprendi muito por lá e tenho muito que agradecer o povo e o país, que é bom em todos os sentidos e não tenho do que reclamar.


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